Casos de sexo em via pública no Val tem gerado indignação, denúncias e cobranças por mais fiscalização em alguns pontos da cidade. Moradores a tempo vem enfrentan do uma situação que vem gerando debate, indignação e pedidos de mais fiscalização. Moradores relatam que pessoas têm praticado atos sexuais em vias públicas, praças, entradas de repartições e estacionamentos, mesmo com a existência de diversos motéis e hospedagens acessíveis na região.
Para muitos moradores, a cena tem se tornado cada vez mais comum e incômoda.
“Eu passo por aqui todos os dias para ir trabalhar, e já encontrei casais em plena luz do dia. Isso é um absurdo, uma falta de respeito com quem mora e circula por aqui”, reclamou Maria Santos, moradora do bairro Céu Azul.
Outro morador, João Ferreira, disse estar cansado da situação: “Parece que perderam a noção. Aqui tem vários motéis, baratos até. Não tem motivo para vir para a rua. Isso deixa a cidade com imagem ruim, parece que ninguém respeita mais nada”.
A presença desses casos também tem sido percebida em locais próximos a órgãos públicos. Uma funcionária, que preferiu não se identificar, afirmou: “Já tivemos que pedir para seguranças intervir. É constrangedor para quem trabalha e para quem precisa usar os serviços da unidade”.

O que diz a lei
De acordo com o Artigo 233 do Código Penal Brasileiro, praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público, é crime, com pena de detenção de três meses a um ano, ou multa.
Além disso, dependendo da situação, a polícia pode proceder com condução para a delegacia, registro de ocorrência e encaminhamento ao Ministério Público. Quando há resistência ou tumulto, o caso pode se agravar.
O advogado Carlos Paiva, ouvido pela reportagem, destacou:
“Muita gente acha que não dá nada, mas dá sim. Se for pego em flagrante, a pessoa pode ser detida, conduzida à delegacia e responder ao processo. A cidade não pode virar território sem regras”.
Reclamações aumentam nas redes sociais
Moradores também têm usado as redes sociais para denunciar casos e cobrar providências. Em grupos de bairros, publicações relatam desde flagrantes à noite até cenas registradas em horários de grande movimento.
“A gente tem criança, família, idosos passando na rua. Isso não é normal e não pode ser tratado como normal”, escreveu uma moradora em um grupo local.
Tentamos contato com a Polícia Militar
A Folha do Val tentou contato com a Polícia Militar para questionar sobre ações específicas de fiscalização e aumento de rondas em pontos críticos da cidade.
Até o fechamento desta reportagem, a corporação ainda não havia retornado aos nossos contatos.
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