Um porteiro foi ferido com golpes de faca na tarde de 31 de dezembro enquanto trabalhava na guarita de um condomínio no bairro Parque Marajó, em Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
O ataque aconteceu por volta das 18h quando um homem, que teria chegado ao local agindo de forma agressiva, tentou acessar o condomínio sem identificação ou autorização. O porteiro, responsável pela segurança na portaria, tentou impedir a entrada do visitante.
De acordo com relatos apurados no local e com base nas imagens de câmeras de segurança, houve confronto entre os dois. Durante a ação, o agente de portaria foi atingido por diversos golpes de faca no tórax e em membros superiores. Após o ataque, o suspeito fugiu antes da chegada das autoridades.
Atendimento e recuperação
O porteiro recebeu atendimento emergencial e foi encaminhado a uma unidade de saúde da região. Ele não corre risco de morte e, após alguns dias de internação, recebeu alta médica. Conforme apurado, ele deve permanecer afastado das funções por cerca de cinco dias para recuperação.
Investigação em andamento
A Polícia Civil de Goiás instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime e identificar o autor das facadas. Imagens das câmeras de segurança do condomínio estão sendo analisadas e testemunhas estão sendo ouvidas para auxiliar na localização do suspeito, que até o momento permanece foragido.
Moradores da região informaram que o agressor seria filho de uma moradora do edifício, mas essa informação ainda não foi oficialmente confirmada pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Segurança e repercussão
O episódio reacendeu debate entre moradores sobre medidas de segurança em condomínios residenciais. Síndicos e representantes de blocos residenciais no entorno têm buscado alternativas para reforçar a vigilância e prevenir episódios semelhantes. Especialistas ouvidos por este jornal ressaltam a importância de protocolos claros de identificação de visitantes e treinamento de segurança para funcionários.
Após o ataque, o condomínio registrou boletim de ocorrência e colaborou com a polícia, entregando cópias das imagens capturadas pelas câmeras e demais elementos que possam auxiliar na investigação.
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